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A alimentação adequada durante a gravidez favorece a lactação e um bom estado nutricional ao recém-nascido.
A deficiência nutricional na gestante pode acarretar conseqüências danosas, tanto ao organismo materno quanto ao recém-nascido.
Na mãe, pode causar anemia, hemorragia, ganho de peso inadequado, parto prematuro, entre outras.
O bebê pode nascer com baixo peso e estatura, ter tendência à anemia e infecções, alterações visuais e, posteriormente, menor rendimento escolar.
Após o nascimento do bebê, os cuidados com a alimentação devem continuar, para que ocorra a recuperação materna e se assegure a amamentação.
Portanto, o estado nutricional da mulher, antes e durante a gestação, está associado ao bem estar do bebê.
• A dieta da gestante deve ser equilibrada, contendo: leite, carnes, verduras e frutas;
• A gestante deve ingerir, no mínimo, 3 copos de leite ao dia, pois oferecem a quantidade de cálcio necessária, evitando que o mesmo seja retirado da mãe;
• As refeições devem ser freqüentes, no mínimo, 5 vezes ao dia, evitando grandes quantidades por refeição, para afastar a sensação de azia ou desconforto. Evite ficar em jejum por mais de 3 horas;
• A dieta deve conter fibras que auxiliam no funcionamento do intestino, evitando a constipação;
• Ingerir carnes vermelhas, fígado, legumes, ovos, verduras verde escura e grãos integrais, pois oferecem ferro, que previne a anemia;
• A vitamina C contida nas frutas cítricas, tais como laranja, bergamota e limão ajudam a absorver o ferro dos alimentos;
• Consumir com moderação frituras e gorduras para evitar azia e náuseas;
• A ingestão de bebidas alcoólicas não é recomendável, pois pode prejudicar o desenvolvimento do bebê;
• Não se submeter a dietas para emagrecimento, pois pode ser prejudicial ao desenvolvimento saudável do bebê.
• Leite: batida, mingau, iogurte, queijo, ricota.
• Carne: gado, frango, peixes, ovos, miúdos, salsicha.
• Fibras: vegetais, frutas, cereais integrais (arroz integral, farelo de trigo, centeio, semente de linho, aveia, etc.).
• Cereais: pão, arroz, massa, batata, polenta, bolo, aipim, farinha.
Lembre-se: gestantes que se alimentam de forma adequada, dão à luz a bebês mais saudáveis.
Há muitos mitos e tabus relacionados à dieta da mãe que amamenta. Mas a primeira recomendação é que nenhum alimento (exceto bebidas alcoólicas) deve ser excluído da sua dieta habitual, só porque está amamentando.
O princípio básico da alimentação da mãe que está amamentando é garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários para a saúde.
Fazer dietas restritas não é recomendado enquanto se está amamentando. A produção de leite consome muita energia. Uma mãe em fase de amamentação produz entre 800 e 1200 mililitros de leite por dia e, para cada litro de leite que a mãe produz, há um gasto de 900 calorias.
Desta forma, a mulher que amamenta exclusivamente no peito tem um gasto energético extra, que vai ajudá-la a voltar ao seu peso normal mais rápido, sem dietas.
• Beba muito líquido, principalmente água. A mãe que consome pouco líquido corre o risco de desidratar e diminuir a produção de leite;
• Selecione alimentos variados;
• Faça pequenos lanches freqüentemente;
• Evite álcool e o excesso de cafeína (chá preto, chocolate, café preto, coca-cola), pois eles passam do seu leite para o bebê;
• Antes de tomar qualquer medicamento, consulte seu médico;
• Não exagere nos temperos de odor forte, como alho;
• Não fume;
• Procure comer peixe 2 a 3 vezes na semana.
• A canjica é um ótimo alimento para a nutriz, pois é rico em proteínas, cálcio e carboidratos. Porém não foi comprovado ainda que seu consumo aumenta a produção de leite;
• A cerveja preta é uma bebida alcoólica e por isso deve ser evitada durante o período da amamentação. É um mito acreditar que ela aumenta a produção de leite;
• O leite é um alimento rico em proteínas, vitamina A e cálcio, mas se a nutriz não tiver o hábito de tomá-lo ou se não tolerá-lo, não deve se preocupar, pois a sua falta não prejudica a produção de leite;
• Não está comprovado que alimentos como saladas cruas, frutas cítricas, batata doce e feijão possam causar cólicas nos bebês.
• Continuar uma alimentação saudável;
• Aumentar gradualmente a atividade física, se tiver quilos a perder (verifique com seu médico o quanto de exercício é recomendável para você);
• Você levou 9 meses para ganhar o peso necessário, provavelmente levará o mesmo tempo para retornar ao peso de antes da gestação;
• Limitar alimentos ricos em gorduras (maionese, bolos e biscoitos);
• Cuidar para não exagerar no tamanho das porções;
• Preferir assados, grelhados e cozimento com água e vapor.
• Faça caminhadas e ande de bicicleta;
• É importante saber que perder de 300 a 500gr por semana é a maneira mais segura e eficaz;
• Saia com seu bebê para caminhar.
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Material elaborado pelas Nutricionistas:
Liane da Silva Pereira CRN2 2804
Adriane Maria Soares CRN2 6329
Zeni Prochmow Barth CRN2 6201
Acadêmica em Nutrição: Fernanda Ramos dos Santos
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